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PROJETO EM DISCUSSÃO PÚBLICA - Regulamento de Incentivo à Natalidade e Adoção e Apoio à Família

PROJETO EM DISCUSSÃO PÚBLICA - Regulamento de Incentivo à Natalidade e Adoção e Apoio à Família

06-ABR-2026

PROJETO EM DISCUSSÃO PÚBLICARegulamento de Incentivo à Natalidade e Adoção e Apoio à FamíliaNOTA JUSTIFICATIVA Temos assistido nos últimos anos, de forma acentuada, à crescente desertificação dos meios rurais do interior do País, realidade em que as nossas Terras não são exceção, sendo urgente inverter esta tendência. Por outro lado, verificam-se baixos índices de natalidade, motivados, em parte, pelas dificuldades económicas de muitos dos casais.Atenta a esta problemática, a Junta de Freguesia, através do presente Regulamento, visa criar alguns apoios às Famílias, por forma a que estas se sintam motivadas para continuar a viver na nossa Freguesia, podendo, também, servir para estimular a fixação de novas Famílias e o regresso de outras.Assim, são criados vários apoios, nomeadamente à natalidade, à adoção e à aquisição de material escolar, que serão uma ajuda à recuperação do rendimento familiar, em conformidade com o princípio da solidariedade social previsto no artigo 63.º da Constituição da República Portuguesa..CAPÍTULO IDisposições GeraisArtigo 1ºLei HabilitanteO presente Regulamento é elaborado ao abrigo do disposto no artigo 241.º da Constituição da República Portuguesa e nos termos do disposto nas alíneas h) e v) do nº 1 do artigo 16º da Lei nº 75/2013, de 12 de setembro, na sua atual redação.Artigo 2.ºObjetivo e âmbito de aplicação1. O presente Regulamento estabelece as normas da atribuição de benefícios financeiros especialmente direcionados ao incentivo à natalidade e à adoção e às Famílias com crianças em idade escolar.2. Este Regulamento aplica-se a todas as crianças com residência na área geográfica da Freguesia de Barreiro de Besteiros, de acordo com as normas previstas nos capítulos seguintes. CAPÍTULO IIApoios a ConcederSecção IDisposições GeraisArtigo 3.ºBeneficiáriosSão beneficiários os indivíduos isolados ou inseridos em agregado familiar, que se encontrem recenseados na Freguesia, pelo menos, noventa dias antes da data do Requerimento e desde que preencham os requisitos constantes no presente Regulamento, sendo o recenseamento verificado nos termos da Lei n.º 13/99, de 22 de março, na redação atual.Artigo 4.ºModalidades de apoioOs apoios a conceder revestem três modalidades, a saber: a) Incentivo à natalidade; b) Incentivo à adoção c) Auxílio à aquisição de material escolar Artigo 5.ºCondições gerais de atribuição1. Sem prejuízo do disposto no artigo 9.º do presente Regulamento, podem requerer os apoios constantes do mesmo:a) Os progenitores, caso sejam casados ou vivam em união de facto, nos termos da Lei;b) O progenitor que resida comprovadamente com o/a menor;c) Qualquer pessoa singular a quem por decisão judicial ou administrativa das entidades ou organismos legalmente competentes, a criança esteja confiada.2. Para o efeito, os interessados devem fornecer todos os documentos devidamente atualizados e solicitados no respetivo Requerimento. Os mesmos devem ser autorizados pelos requerentes, a fim de serem incluídos no processo de candidatura e arquivo na Junta de Freguesia.3. O tratamento dos dados pessoais recolhidos obedece ao Regulamento (UE) 2016/679 (RGPD) e à Lei n.º 58/2019, de 8 de agosto, garantindo-se o consentimento informado ou base legal para o processamento. Secção IIIncentivo à Natalidade e Adoção e apoio à aquisição de material escolarArtigo 6.ºIncentivo à natalidade1. O incentivo à natalidade efetua-se, através da atribuição de uma verba de 1500€.2. O incentivo à natalidade concretiza-se sob a forma de reembolso de despesas efetuadas, preferencialmente no comércio tradicional do Concelho de Tondela, com a aquisição de bens e/ou serviços considerados de primeira necessidade (consultas e exames médicos, alimentação, vestuário, artigos de puericultura…..), comprovadas com a apresentação de originais de faturas em nome do responsável pela criança, sendo que deverá sempre constar o respetivo número de contribuinte.3. A verba prevista no nº 1. será paga em 3 prestações de 500€ cada, a liquidar da seguinte forma:· 1ª Prestação- Após o nascimento da/s criança/s.· 2ª Prestação- aos 6 meses de idade da/s criança/s.· 3ª Prestação- aos 18 meses de idade da/s criança/s.4. Caso o/a beneficiário/a apresente faturas de montante inferior a 500€ em cada prestação, o valor em falta acumula com a prestação seguinte.5. Nas faturas mencionadas no nº 2 devem estar devidamente discriminadas as despesas e não poderão incluir qualquer outra despesa do agregado familiar.6. Caso a criança venha a falecer dentro dos períodos de tempo referidos no nº 3 do artigo 6.º, os requerentes receberão o incentivo, até à data do infortúnio, se estiverem reunidas as condições de atribuição previstas no regulamento.Artigo 7ºIncentivo à adoção1. O incentivo à adoção efetua-se através de uma verba de 1.500€ a pagar em duas prestações iguais durante um ano após a data oficial da adoção.2. A liquidação das prestações mencionadas no ponto anterior, serão efetuadas da seguinte forma: · 1ª prestação-até meio ano após a data oficial da adoção.· 2ª prestação- ao completar um ano após a data oficial da adoção.3. À data do respetivo Requerimento, a criança não pode ter mais de 6 anos.4. O incentivo à adoção, concretiza-se sob a forma de reembolso de despesas efetuadas, preferencialmente no comércio tradicional de Tondela, com a aquisição de bens e/ou serviços considerados de primeira necessidade (consultas e exames médicos, vestuário, calçado, artigos de puericultura…), comprovadas com a apresentação de originais de faturas em nome da criança e com o respetivo número de contribuinte.5. As faturas mencionadas no nº 4., terão que ser devidamente discriminadas, não podendo as mesmas incluir qualquer outra despesa do agregado familiar.6. Sempre que na 1ª Prestação se verificar a apresentação de faturas de valor inferior a 750€, o valor em falta acumula com a 2ª prestação.Artigo 8.ºApoio à aquisição de material escolar1. A atribuição de auxílio económico para aquisição de material escolar abrange todos/as os/as alunos/as do 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico, bem como os/as alunos/as do Ensino Secundário e Profissional, até ao limite máximo de 18 anos de idade à data do final do ano letivo.2. O valor do subsídio a atribuir é o que consta da seguinte tabela:1º Ciclo2º Ciclo3º CicloEnsino Secundário e Profissional60 €85 €120 €150 € 3. As faturas terão de ser emitidas em nome do aluno com o respetivo número de contribuinte e com datas compreendidas entre 1 de Agosto e 20 de Dezembro do respetivo ano letivo.3. As faturas terão de ser devidamente discriminadas, não podendo incluir qualquer outra despesa do agregado familiar.4. Caso o montante das faturas seja inferior ao valor a atribuir ao beneficiário, só será disponibilizada a verba correspondente ao valor dos documentos apresentados.  CAPÍTULO IIIDas CandidaturasArtigo 9.ºLegitimidade para requerer o apoio à aquisição de material escolarTem legitimidade para requerer este benefício qualquer pessoa singular que se identifique como encarregado de educação do menor, como tal identificado no documento comprovativo da matrícula.Artigo 10.ºCandidatura1. A candidatura à atribuição do benefício previsto no artigo 6.º será instruída com os seguintes documentos: a) Formulário, disponível para o efeito, devidamente preenchido; c) Cópia da certidão de nascimento da criança ou documento comprovativo do Registo; d) Documento comprovativo do IBAN quando se pretenda o pagamento por transferência bancária.2. A candidatura à atribuição do benefício previsto nos artigos 7.º será instruída com os seguintes documentos: a) Formulário, disponível para o efeito, devidamente preenchido; b) Documento comprovativo da adoção;c) Cartão de cidadão da criança ou documento equivalente; d) Documento comprovativo do IBAN quando se pretenda o pagamento por transferência bancária.3. A candidatura referente ao apoio financeiro mencionado no artigo 8.º deve ser instruída com os seguintes elementos: a) Formulário, disponível para o efeito, devidamente preenchido; b) Documento comprovativo da matrícula do/a aluno/a no 1.º, 2.º ou 3.ºCiclos do Ensino Básico, no Ensino Secundário ou no Ensino Profissional. c) Documento comprovativo do IBAN quando se pretenda o pagamento por transferência bancária.4. Aquando da entrega de candidatura à atribuição dos benefícios previstos nos artigos 6.º, 7.º e 8º, os interessados e/ou beneficiários deverão apresentar os respetivos Cartões de Cidadão ou Bilhetes de Identidade e Números de Contribuinte, a fim de comprovar os dados constantes do formulário de candidatura.5. O tratamento dos dados pessoais recolhidos obedece ao Regulamento (UE) 2016/679 (RGPD) e à Lei n.º 58/2019, de 8 de agosto, garantindo-se o consentimento informado ou base legal para o processamento.Artigo 11.ºPrazos de CandidaturaAs candidaturas aos subsídios devem ocorrer dentro dos prazos previstos nos artigos 6º, 7º e 8º, sendo os prazos contados a partir das datas referidas em cada modalidade de apoio.Artigo 12.ºAnálise da Candidatura1. Os processos de candidatura serão analisados, sendo comunicado aos beneficiários a respetiva decisão.2. Caso a proposta de decisão seja de indeferimento, será promovida a necessária audiência dos interessados, nos termos previstos no Código do Procedimento Administrativo. CAPÍTULO IVDisposições Finais e TransitóriasArtigo 13.ºFiscalização1. A Junta de Freguesia pode, a qualquer momento, requerer ou diligenciar pela obtenção, por qualquer meio, de prova idónea comprovativa da veracidade das declarações apresentadas pelos requerentes.2. A comprovada prestação de falsas declarações implica, para além do respetivo procedimento criminal, a devolução dos montantes indevidamente recebidos.Artigo 14.ºAtualização dos ApoiosOs valores dos apoios previstos no presente Regulamento, poderão ser atualizados por deliberação da Junta de Freguesia que será submetida à votação da Assembleia de Freguesia.   Artigo 15.ºOmissões do RegulamentoSem prejuízo da lei aplicável, todas as dúvidas e omissões que eventualmente surjam na aplicação ou interpretação do presente Regulamento, serão resolvidas mediante deliberação da Junta de Freguesia.Artigo 16.ºEntrada em VigorO presente Regulamento entra em vigor no dia útil seguinte à sua publicação no Diário da República.O presente Regulamento foi:1. Apreciado e votado na reunião ordinária da Junta de Freguesia, realizada no dia 4 de Abril de 2026, tendo sido aprovado por unanimidade.2. Colocado em 6 de Abril de 2026 a Consulta Pública, nos termos do disposto no Artigo n.º 101º do Código do Procedimento Administrativo. 3. Discutido e votado na Sessão da Assembleia de Freguesia realizada no dia ___ de_________ de 2026, tendo sido ________________ por_________________. ____ de ______________ de 2026, Alberto Fernando de Matos, O Presidente da Junta

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Consulta Pública - Regulamento de comparticipação das despesas com a aquisição de medicamentos por parte de pessoas e/ou famílias extremamente carenciadas do ponto de vista económico

Consulta Pública - Regulamento de comparticipação das despesas com a aquisição de medicamentos por parte de pessoas e/ou famílias extremamente carenciadas do ponto de vista económico

06-ABR-2026

PROJETO EM DISCUSSÃO PÚBLICARegulamento de comparticipação das despesas com a aquisição de medicamentos por parte de pessoas e/ou famílias extremamente carenciadas do ponto de vista económico NOTA JUSTIFICATIVAAs doenças crónicas e outras, conduzem, geralmente, a despesas significativas com a aquisição de medicamentos. Esta situação quando se verifica em pessoas de frágil situação económica, pode colocar em causa a sua qualidade de vida; algumas situações existem em que têm de optar entre a aquisição de medicamentos e a de outros bens essenciais, pois os seus recursos nem sempre permitem satisfazer ambas as necessidades. A pensar nos mais carenciados, a Junta de Freguesia elaborou o presente Regulamento de fixação de normas para comparticipação na aquisição de medicamentos, tentando contribuir para uma melhor qualidade de vida desses cidadãos, em conformidade com o princípio da solidariedade social previsto no artigo 63.º da Constituição da República Portuguesa.. CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1ºLei Habilitante O presente Regulamento é elaborado ao abrigo do disposto no artigo 241.º da Constituição da República Portuguesa e nos termos do disposto nas alíneas h) e v) do nº 1 do artigo 16º da Lei nº 75/2013, de 12 de setembro, na sua atual redação. Artigo 2ºObjetivo e âmbito 1. O presente Regulamento tem como objetivo comparticipar as despesas com a aquisição de medicamentos por pessoas e/ou famílias da Freguesia, que venham a ser consideradas como extremamente carenciadas do ponto de vista económico.2. O apoio referido no número anterior traduz-se numa comparticipação pecuniária do custo com a aquisição de medicamentos, sendo abrangidos apenas os que constem de receita médica prescrita pelo Serviço Nacional de Saúde e sujeitos a comparticipação do Estado. CAPÍTULO II Condições gerais de atribuição dos apoios Artigo 3ºDestinatários 1. Poderão beneficiar da comparticipação na aquisição de medicamentos, os cidadãos que nos termos do presente Regulamento a ela tenham direito e desde que recenseados na Freguesia.2. Ficam excluídos da atribuição do apoio todas as Pessoas e/ou Famílias que apresentem bens patrimoniais para além da casa de habitação; sem prejuízo desta condição, reserva-se o direito de serem abrangidos, a título excecional, outros casos devidamente fundamentados, avaliadas caso a caso, com base em critérios de proporcionalidade.  Artigo 4ºBenefícios A atribuição da comparticipação de medicamentos tem um limite máximo por beneficiário, cujo montante será definido, anualmente, pela Junta de Freguesia. Os beneficiários poderão usufruir dessa comparticipação depois de adquirir os medicamentos e terem pago o seu valor. A Junta de Freguesia reembolsará a comparticipação contra a apresentação de fotocópia das Receitas Médicas e do original das respetivas faturas/recibos. CAPÍTULO III Apresentação dos pedidos, obrigações dos beneficiários e cessação dos apoios Artigo 5ºCandidatura 1.  O apoio decorrerá durante o ano civil em que ocorra o deferimento do respetivo pedido2.  O pedido de apoio é efetuado nos Serviços Administrativos da Junta de Freguesia, mediante o preenchimento de impresso próprio a disponibilizar pela Autarquia, devendo ser, obrigatoriamente, acompanhado do seguinte documento: a) Fotocópia do Cartão de Cidadão ou do Bilhete de Identidade, do Cartão de Contribuinte e do Cartão de nº de Utente de Saúde do beneficiário.b) Fotocópia do Cartão de Cidadão ou Bilhete de Identidade dos elementos que coabitem com o beneficiário.c) Documento(s) comprovativo(s) dos rendimentos do agregado familiar do beneficiário, referentes ao ano anterior, (Fotocópia da última declaração de rendimento de cada elemento do agregado familiar, caso a entrega na Repartição das Finanças seja obrigatória).d) Declaração de Honra em como o requerente não beneficia, simultaneamente, de qualquer outro apoio destinado ao mesmo fim e de que não possui quaisquer outros rendimentos ou bens patrimoniais, para além dos declarados.e) Outros documentos solicitados pela Autarquia, sempre que esta o considere necessário para análise do Processo.3.  Os beneficiários deverão entregar os documentos previstos nas alíneas b) e c), para efeitos de renovação do processo de candidatura4. A falta da entrega dos documentos enunciados no ponto anterior, implica a suspensão dos apoios.5. O tratamento dos dados pessoais recolhidos obedece ao Regulamento (UE) 2016/679 (RGPD) e à Lei n.º 58/2019, de 8 de agosto, garantindo-se o consentimento informado ou base legal para o processamento Artigo 6ºAnálise da candidatura 1. Todos os requerentes serão informados da decisão, quer de deferimento quer de indeferimento, da candidatura apresentada.2. A atribuição da comparticipação na aquisição de medicamentos poderá ser recusada, sempre que existam indícios objetivos e seguros, de que o requerente dispõe de bens e rendimentos não declarados nos termos da alínea c) do ponto 2 do Artigo 5º, bem como outros sinais não compatíveis com a situação socioeconómica declarada à Junta de Freguesia.3. Durante o processo de análise de cada candidatura, poderá a Junta de Freguesia solicitar outros documentos e/ou informações a outras Entidades, nos termos da lei e com observância das normas de proteção de dados pessoais, para uma avaliação mais objetiva do processo..Artigo 7ºObrigações dos Beneficiários  Constituem obrigações dos beneficiários: a) Informar previamente a Junta de Freguesia, da mudança de residência para fora da Freguesia, incluindo se ela ocorrer para um Lar.b) Informar a Junta de Freguesia de todas as alterações à situação económica declarada na candidatura Artigo 8ºCessação do direito da comparticipação Constituem causa de cessação do direito de apoio na comparticipação de medicamentos, nomeadamente: a) As falsas declarações, ficando o beneficiário obrigado a devolver à Junta de Freguesia as comparticipações que tenha recebido no âmbito deste Regulamento, ficando interdito por um período de três anos, de beneficiar de qualquer apoio social da Autarquia, sem prejuízo do competente procedimento judicial, se aplicável;b) O recebimento de outro benefício ou subsídio concedido por outras Instituições e destinado aos mesmos fins, salvo se for dado conhecimento prévio do facto à Junta de Freguesia, e esta, ponderadas as circunstâncias, considerar justificada a acumulação;c) A não apresentação no prazo de 30 dias úteis, de documentação solicitada;d) A alteração ou transferência da residência, exceto para um Lar.e) A não entrega dos documentos previstos no ponto 3 do artigo 5°.  CAPÍTULO IVDisposições Finais Artigo 9ºConfidencialidade Todos os intervenientes na apreciação das candidaturas, estão obrigados ao sigilo relativamente aos processos individuais dos Requerentes e/ou Beneficiários, nos termos do Regulamento (UE) 2016/679 e da Lei n.º 58/2019, de 8 de agosto. Artigo 10ºAlterações ao Regulamento Este Regulamento poderá sofrer, a todo o tempo e nos termos legais, as alterações consideradas indispensáveis.Artigo 11ºDúvidas e omissões Cabe à Junta de Freguesia deliberar sobre as dúvidas e omissões ao presente Regulamento.   Artigo 12ºEntrada em vigor O presente Regulamento entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação no Diário da República.   O presente Regulamento foi: 1. Apreciado e votado na reunião ordinária da Junta de Freguesia, realizada no dia 4 de Abril de 2026, tendo sido aprovado por unanimidade.2. Colocado em 6 de Abril de 2026 a Consulta Pública, nos termos do disposto no Artigo n.º 101º do Código do Procedimento Administrativo. 3. Discutido e votado na Sessão da Assembleia de Freguesia realizada no dia ___ de_________ de 2026, tendo sido ________________ por_________________. ____ de ______________ de 2026 O Presidente da Junta de Freguesia, Alberto Fernando de Matos 

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Autorização de queimas e queimadas

Autorização de queimas e queimadas

03-NOV-2025

Autorização para realizar queimas ou queimadas pode ser solicitada na Câmara Municipal, Junta de Freguesia ou no site do ICNF. Para realizar uma queima ou queimada é necessária uma autorização que apenas pode ser disponibilizada pela Câmara Municipal, Junta de freguesia ou através do link https://fogos.icnf.pt:8443/queimasqueimadas/QueimaSeguraRapidaadd.asp#. Além disso, para mais esclarecimentos contacte o 808 200 520 ou então informe-se sobre quais os riscos de incêndio em https://www.ipma.pt/pt/index.html ou em https://icnf.pt/.  Fonte: "Portugal Chama", disponível em: https://fogos.icnf.pt/sgif2010/InformacaoPublicaDados/AFm_AGIF_Queimada_Ctz_420x594_miras.pdf

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Abertas Candidaturas ao Programa de Intervenções para Adaptação de Casas de Pessoas com Incapacidade

Abertas Candidaturas ao Programa de Intervenções para Adaptação de Casas de Pessoas com Incapacidade

04-NOV-2024

O Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. (INR) abriu novamente o período de candidaturas para o Programa de Intervenções em Habitações, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que apoia a adaptação de habitações para pessoas com deficiência. Este programa tem como base a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e a Lei n.º 38/2004, que estabelece que o Estado deve assegurar condições habitacionais dignas e acessíveis a pessoas com necessidades específicas.O aviso n.º 9/C03-i02/2024 destina-se a pessoas com um grau de incapacidade igual ou superior a 60%, confirmado pelo Atestado Médico de Incapacidade Multiuso (AMIM). Os beneficiários podem candidatar-se a apoios para adaptar a sua habitação própria ou arrendada, bem como para intervenções em áreas comuns do edifício onde residem, promovendo maior autonomia e inclusão.Para se candidatarem, os interessados devem contactar a Câmara Municipal ou a Empresa Municipal da área onde residem e submeter a sua candidatura até às 23h59 do dia 15 de dezembro de 2024. Esta iniciativa pretende promover a acessibilidade habitacional e garantir a mobilidade de quem enfrenta limitações físicas, assegurando assim melhores condições de vida e a valorização da autonomia das pessoas com deficiência.O programa reafirma o compromisso do Estado em proporcionar uma sociedade mais inclusiva, visando eliminar barreiras estruturais e facilitar a integração plena dos cidadãos com deficiência. Para mais informações, o INR disponibiliza um canal de comunicação por e-mail para o esclarecimento de dúvidas: inr-pih.prr@inr.mtsss.pt.Fonte: INR

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Abertas candidaturas ao apoio financeiro a planos de formação de associações de jovens

Abertas candidaturas ao apoio financeiro a planos de formação de associações de jovens

14-OUT-2024

Candidaturas abertas à Medida 3 do Programa Formar+ : «Apoio Formativo ao Associativismo»Período de candidaturas ao apoio financeiro a planos de formação de associações de jovens decorre entre 7 de outubro e 15 de novembro. Está aberto o período de candidaturas à Medida 3 - Apoio Formativo ao Associativismo do Programa Formar+ /2025 ao qual se podem candidatar associações ou federações efetivas no RNAJ -Registo Nacional do Associativismo Jovem, que pretendam promover um plano de formação enquadrado na educação não formal, a executar em 2025.A formação, promovida no âmbito deste apoio é dirigida a dirigentes que pertençam aos órgãos sociais e jovens filiados/as de associações e federações de jovens RNAJ.Entre as áreas de formação mais votadas e propostas apresentadas no período de auscultação, foram selecionadas as seguintes áreas prioritárias de formação:Transição Digital;Contabilidade e Fiscalidade Associativas;Sustentabilidade Ambiental.Dentro de cada uma destas áreas, podem ser integradas diferentes ações de formação. Estas áreas de formação não são restritivas para a construção dos planos de formação a candidatar. As entidades podem submeter formação em quaisquer áreas que entendam como pertinentes para o seu desempenho qualitativo na gestão e execução das atividades associativas.As candidaturas são submetidas exclusivamente através de aplicação informática, na Plataforma de Gestão dos Programas de Apoio ao Associativismo Jovem. Para tal, é requisito importante proceder ao registo da entidade e do seu representante legal no Registo Único IPDJ, caso ainda não tenha havido lugar a registo. Fonte: IPDJ

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Cheques Psicólogo e Nutricionista para Estudantes do Ensino Superior

Cheques Psicólogo e Nutricionista para Estudantes do Ensino Superior

07-OUT-2024

Já é possível, desde 30 de setembro, pedir cheques (vouchers) para consultas grátis de psicologia e nutrição no novo portal gov.pt.Os cheques fazem parte de um conjunto de medidas do Governo de apoio a jovens, especialmente dedicadas a estudantes do ensino superior. São disponibilizados 100 mil Cheques Psicólogo e 50 mil Cheques Nutricionista, distribuídos, a nível nacional, por instituições de ensino superior públicas e privadas, que tenham aderido ao programa dos cheques.Cada estudante a quem o pedido de cheque seja aceite terá direito entre 2 a 12 consultas de psicologia e 1 a 6 consultas de nutrição, por indicação da/o profissional de saúde.A marcação de consultas é feita diretamente com os psicólogos e nutricionistas, que tenham aderido ao programa dos cheques.Ambos os serviços já estão disponíveis no novo portal gov.pt. Consulte a informação sobre cada um e faça o pedido através das páginas seguintes:Pedir Cheque PsicólogoPedir Cheque NutricionistaOs serviços digitais para pedidos de Cheques Psicólogo e Nutricionista foram desenvolvidos pela Agência para a Modernização Administrativa (AMA), em conjunto com a Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), a entidade responsável pelo serviço, e em colaboração com a Ordem dos Psicólogos e a Ordem dos Nutricionistas. Fonte: gov.pt

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